segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Retirado de: http://www.techtudo.com.br/curiosidades/noticia/2011/10/artista-japonesa-cria-maquina-de-menstruacao.html
Data: 30/10/11

Artista japonesa cria ‘Máquina de Menstruação’

Sputniko! é uma artista filha de mãe Inglesa e pai Japonês, e que ficou conhecida, dentre outras coisas, pela frase “Eu prefiro ser uma Cyborg do que uma Deusa” no vídeo “Child Producing Machine”, uma resposta ‘na lata’ ao ministro Hakuo Yanagisawa de seu país, após a ocasião em que ele se referiria às mulheres como ‘máquinas de produzir bebês’. Desde então, ninguém mais a ignora.
Sabe aquele tipo de artista que só pode existir no Japão? Então, Sputniko! é uma delas. Ela já deixou claro que Darwin tinha que parir ele próprio um filho antes de suscitar que a Biologia deveria ser a justiça seletiva da natureza via apenas a mulher. Seu material é, digamos, muito louco mas também interessante e esse parece ser um tema recorrente em suas experimentações.
Sputniko! seguiu primeiramente os passos do pai, professor de matemática, e bacharelou com honras na primeira classe de Matemática e Ciência da Computação em 2006 no Imperial College London. Em 2010, arrancou um mestrado em Interações em Design no Royal College of Art, também no Reino Unido. De lá para cá ela vem colecionando aparições premiadas em museus e festivais em Tókio, Singapura, Nova Iorque e YouTube afora.
Ácida e totalmente desprendida, a jovem japonesa tem arrematado por aí menções e estatuetas. Ela recebeu no Festival Internacional de Artes Midiáticas Ars Electronica em 2009 um prêmio por uma colaboração com Cesar Harada chamada ‘Open Sailing’ e agora em 2011 mais um outro, no Festival Japonês de Arte e Mídia, onde teve a peça ‘Crowbot Jenny’ recomendada por aclamação pelo júri.

Mais recentemente, a Lady Nipo-Gaga e autora de frases como “será que nós podemos hackear e brincar com este mundo?” surpreendeu com um projeto chamado ‘Menstruation Machine’ (é isso mesmo que você entendeu) e, além de um vídeo no estilo preferido do Cardoso, a japinha construiu literalmente uma máquina de fazer e sentir menstruar. #daft
A traquitana é composta por um dispositivo que libera pequenos fluxos de sangue falso, após disparar electrodos que estimulam cólicas menstruais ‘honestas’ (diz ela) na região abominal, tal qual aquelas que sofrem as nossas pobres costelinhas.
No vídeo, ela aparece como um garoto — que mais parece uma daquelas lolitas vivas do bairro de Harajuko — que quer se vestir de menina tanto física quanto biologicamente, ornando-se então com o tal cinturão tecno-dolorido de Francisco. E se você acha que o argumento artístico e a liberdade poética limita-se apenas à viagem ácida [porém consistente] da artista, fica que vai ter bolo.
Sputniko! mostra um homem a provocar voluntariamente a dor da menstruação em si próprio, propondo que o fardo sanguinolento do desconforto não deve ser exclusivamente da moças. Ouch!
Isso tudo através de uma linguagem repleta de elementos tecnológicos, montagens e colagens artesanais, assim como a sua resposta pessoal para o embate científico a respeito da extinção programada/controlada ou não da malfadada “maldição mensal” das gazelas.
‘Menstruation Machine’ está sendo exibido atualmente na mostra Talk to Me do Museu de Arte Moderna de Nova Iorque e foi indicado ao prêmio ‘Signature Art Prize‘ de Artes Visuais Contemporâneas das nações do Pacífico-Asiático, promovido pelo Museu de Arte de Singapura.

Comentário: As mulheres conquistaram um respeito muito grande no mundo todo, o qual elas não possuíam por vivermos num mundo machista e de poucos conceitos. Tudo que conquistaram são frutos de mulheres como Sputniko, que fazem com que sejam lembradas de alguma forma e mostram seu valor derrubando muitos homens que vivem e que já morrera também. Para mostrar-nos o quanto sofrem as mulheres, criou ela um método de fazer com que sentíssemos o mesmo que todas sentem.
Retirado de: http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1676169-7823-FEIRA+CIENCIA+JOVEM+EXPOE+INVENCOES+TECNOLOGICAS+DE+ESTUDANTES,00.html
Data: 27/10/11

VÍDEO!

Feira Ciência Jovem expõe invenções tecnológicas de estudantes

A exposição acontece no Espaço Ciência, em Olinda, até a sexta-feira (28). A entrada é gratuita. Invenções como telhado ecológico feito com garrafas pet e grama e robô que ajuda nas aulas de biologia podem ser conferidas na mostra.

Comentário: Sempre que posso, posto aqui novidades sobre a ciência e sobre a tecnologia no mundo. As pessoas etão cada vez mais se empenhando em descobrir coisas novas e isso vem se revelando também através desses estudos que estão mais avançados pelos jovens, principalmente no Brasil onde há pouco tempo atrás era um país atrasado em relação à isso.
Retirado de: http://www1.folha.uol.com.br/bbc/991871-cientistas-sequenciam-dna-de-mulher-que-viveu-ate-os-115-anos.shtml
Data: 17/10/11

Cientistas sequenciam DNA de mulher que viveu até os 115 anos.

Cientistas holandeses fizeram o sequenciamento completo do DNA de uma mulher que viveu até os 115 anos de idade.

Tida como a mais idosa do mundo na época de sua morte, a mulher possuía a agilidade mental de uma pessoa décadas mais jovem e nenhum sinal de demência.

O trabalho, divulgado durante uma conferência da American Society of Human Genetics em Montreal, no Canadá, sugere que a mulher tinha genes que a protegiam contra a demência e outras doenças associadas à velhice.

Os especialistas esperam que mais investigações como essa possam, no futuro, esclarecer as associações entre variações genéticas, saúde e longevidade.

O primeiro esboço do código genético de um ser humano foi feito há mais de dez anos.

Desde então, com a melhoria e o barateamento das técnicas de "leitura" do DNA, algumas centenas de indivíduos tiveram seus genes mapeados.

A mulher, cuja identidade está sendo mantida em segredo, conhecida apenas como W115, é a mais idosa a ter seus genes mapeados.

Ela doou seu corpo para pesquisas médicas, permitindo que cientistas estudassem seu cérebro e outros órgãos, assim como seu código genético completo.

VARIAÇÕES GENÉTICAS

A líder do estudo, a pesquisadora Henne Holstege, do Departamento de Genética Clínica do VU University Medical Center, em Amsterdã, disse que W115 parece possuir algumas variações genéticas raras em seu DNA.

Não está claro que papel essas variações teriam cumprido, mas a equipe suspeita de que os genes da mulher a protegeram contra a demência e outras doenças.

"Sabemos que ela é especial, sabemos que seu cérebro tinha absolutamente nenhum sinal de Alzheimer", disse Holstege à BBC.

"Talvez houvesse algo no seu corpo que a protegesse contra a demência. Achamos que existem genes que talvez assegurem vida longa e protejam contra Alzheimer".

W115 nasceu prematura e não era esperado que ela sobrevivesse, mas ela viveu uma vida longa e saudável, sendo levada para um asilo para idosos aos 105 anos.

Ela morreu por causa de um tumor no estômago, tendo recebido tratamento para câncer de mama aos cem anos.

Aos 113 anos, testes de sua capacidade mental revelaram o desempenho de uma mulher com idade entre 60 e 75 anos.

Exames feitos após sua morte não conseguiram identificar qualquer sinal de demência ou endurecimento de artérias associado a doenças do coração.

Para o progresso da ciência, a equipe está disponibilizando a sequência do DNA de W115 para outros pesquisadores.

A BBC pediu ao especialista Jeffrey Barrett, que estuda fatores genéticos associados a doenças no Sanger Centre, em Cambridge, na Inglaterra, que comentasse o estudo.

"Sequenciar o genoma da mulher mais idosa do mundo é um importante ponto de partida na compreensão de como variações no DNA estão relacionadas a uma vida longa e saudável", disse Barrett. "Mas de forma a realmente entender a biologia que sustenta uma vida longa e saudável, precisamos olhar sequências de DNA de centenas de milhares de pessoas."

Comentário: Todos nós queremos viver o máximo possível, pelo menos os que não estão "de mal com a vida". Podemos prolongar nossas vidas cuidando dela, fazendo com que nos tornamos pessoas mais saudáveis. Tentar descobrir o segredo pra isso normalmente não funciona pois na maioria das vezes as pessoas que vivem bastante são as que tem uma vida saudável.
Retirado de: http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2011/10/veja-como-ocorre-poluicao-fisica-da-agua-e-o-desequilibrio-ambiental.html
Data: 10/10/11

VÍDEO!

Veja como ocorre a poluição física da água e o desequilíbrio ambiental
Professor mostra como uma usina termonuclear pode poluir a água local.
Veja a aula em vídeo.

Nesta aula de ecologia, o professor de biologia Cícero Melo, do curso e colégio pH, explica como funciona o processo de poluição física da água, que pode provocar a morte de organismos em geral.
Ele cita por exemplo o efeito de uma usina termonuclear nos recursos hídricos das proximidades. Para resfriar a usina, a água de algum rio ou bacia próximos é retirada do ambiente. Mas, na hora de devolvê-la, nem sempre ela é resfriada novamente.
A água aquecida, em contato com a água mais fria do ambiente, afeta a solubilidade do oxigênio da água. Com menos O2, os organismos que necessitam do gás acabam morrendo. Esse, segundo Cícero, é um dos efeitos que a instalação de usinas pode acabar gerando no desequilíbrio ambiental.

Comentário: Todo o mundo de hoje é voltado para uma campanha para melhor preservação do meio ambiente. Principalmente no Brasil, onde muitos correm atrás disso, como ONG's. O país cresce e com ele a industrialização vem junto, com isso fica cada vez mais difícil controlar o descontrole geral nesta área.
Retirado de: http://g1.globo.com/pernambuco/projeto-educacao/noticia/2011/10/professor-compara-sistema-renal-ao-tratamento-urbano-de-agua.html
Data: 07/10/11

Professor compara sistema renal ao tratamento urbano de água
Rins retiram impurezas do sangue e eliminam dejetos por meio da urina.
Reportagem foi realizada em estação de tratamento de água, no Recife.

O Projeto Educação da TV Globo visitou, no dia 04 de outubro uma central de tratamento de água da Compesa. O professor de biologia Fernando Beltrão mostra que são muitas as semelhanças desse sistema com a forma como o corpo humano filtra o sangue. É papel dos rins retirar as impurezas do sangue, funcionando como uma espécie de filtro que livra o organismo das impurezas.

A estação do Alto do Céu submete a água que vem dos rios Utinga, Pitanga, Paratibe e Beberibe a cinco etapas de purificação. A primeira delas é a coagulação. "Aqui é chegada a água bruta, nós adicionamos um produto químico chamado sulfato de alumínio e, no decorrer desse canal, ocorre a coagulação da água. Coagulação é a mistura do produto químico com as partículas que existem na água bruta", explica Roberto Mendonça, coordenador de produção da Compesa. As impurezas se coagulam, formando flocos.

Depois vem a floculação. Nesta etapa, a água é despejada em tanques para formação desses flocos de sujeira. Em seguida, é feita e decantação. "A formação de flocos que têm um peso e eles decantam, descem para o fundo e só a parte mais limpa é coletada nessas calhas de coleta", demonstra Mendonça. A quarta fase é a filtração, feita em comportas com filtros de gravidade que têm um leito filtrante composto por seixos e areia. Por fim, é feita a desinfecção, que deixa a água pronta para o consumo humano.
Sistema renal
"Do mesmo jeito que na cidade existe um sistema que, na cidade, trata, cuida do esgoto, da água, purifica e devolve para ser utilizada, essa água, o corpo da gente faz isso muito melhor. Os nossos rins recebem o sangue por uma artéria fininha, uma arteríola, o sangue é filtrado nos néfrons, por isso que o médico que cuida de rins é o nefrologista", conta o professor de Biologia Fernando Beltrão. Ele ensina que os néfrons filtram o sangue e produzem a urina, que é o dejeto, o excreta jogado fora. O que é devolvido ao organismo é o sangue purificado. Depois da filtração feita pelos néfrons, ocorre a reabsorção do material que for útil. A excreção joga fora aquilo que não serve mais.
Quando os rins falham, são muitos os riscos para a saúde. "Podem ocorrer duas coisas: sair a urina, mas a qualidade de filtração não ser boa ou não ter urina", afirma. E quando a urina não sai, a pessoa não pode tomar muitos líquidos. Nesse caso é prescrita a diálise artificial, para substituir a tarefa tão importante dos rins. O Hospital das Clínicas, no Recife, é uma das unidades de referência no tratamento de doentes renais crônicos. Na hemodiálise, as máquinas assumem a função dos rins e fazem a filtragem do sangue.
A médica Lucila Valente é a chefe do serviço de Nefrologia do HC, setor que atende sessenta pacientes, em média, por mês. Lucila faz um alerta: é preocupante o crescimento do número de doentes renais crônicos no Brasil. "Os dados da Sociedade Brasileira de Nefrologia mostram até 10% de aumento ao ano dos pacientes que necessitam de diálise. É preocupante porque pode não ter vagas nem profissionais de saúde suficientes para cuidar dessas pessoas", afirma. Para ela, é preciso tomar cuidados antes que a doença apareça. Segundo Lucila, os grupos de risco são familiares de doentes renais crônicos, hipertensos e diabéticos.

Comentário: Somente com estudos realizados podemos descobrir importantes modos de explicar como nosso corpo funciona. Uma comparação fácil, porém muito bem empregada nesta ocasião, podendo nos explicar tudo como o nosso sistema renal desenvolve sua atividade.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

http://www1.folha.uol.com.br/bbc/980903-estudo-avancado-do-dna-permitira-vida-aos-150-anos-diz-cientista.shtml
Data: 26/09/11

Estudo avançado do DNA permitirá vida aos 150 anos, diz cientista

Avanço no DNA 'permitirão viver até os 150 anos', diz cientista

É impossível não se perguntar o que há de extraordinário no DNA do professor de Harvard George Church que o leva a tanta inquietação científica.

Primeiro cientista a sequenciar um código genético humano, o professor crê que as evoluções científicas nesta área ainda podem levar os indivíduos a viver "120, 150 anos".

Cerca de três décadas atrás, Church estava entre a meia dúzia de pesquisadores que sonhavam em sequenciar um genoma humano inteiro --cada A, C, G e T que nos torna únicos.

Seu laboratório foi o primeiro a criar uma máquina para desmembrar esse código, e desde então ele tem se dedicado a melhorá-la.

Uma vez decodificado o primeiro genoma, o professor tem pressionado pela ideia de que é preciso ir adiante e sequenciar o genoma de todas as pessoas.

Críticos apontaram a astronômica cifra que o custo de sequenciar o primeiro DNA alcançou: US$ 3 bilhões. Como resposta, Church construiu outra máquina.

O valor agora é de US$ 5 mil por genoma, e o professor crê que muito em breve esse valor cairá para uma fração, ou décimo ou vigésimo disto --mais ou menos o valor de um exame de sangue.

LER, ESCREVER, EDITAR

Sequenciar o DNA humano de forma rotineira abrirá uma série de possibilidades, diz George Church. Uma vez que "ler" um genoma se torne um processo corriqueiro, o professor de Harvard quer partir para "editá-lo", "escrever" sobre ele.

Ele vislumbra o dia em que um aparelho implantado no corpo seja capaz de identificar as primeiras mutações que possam levar a um potencial tumor, ou os genes de uma bactéria invasora.

Nesse caso, será possível tratá-los com uma simples pílula de antibiótico destinado a combater o invasor.

Doenças genéticas serão identificadas no nascimento, ou possivelmente até na gestação, e vírus microscópicos, pré-programados, poderão ser enviados para o interior das células comprometidas e corrigir o problema.

Para fins científicos, Church tem defendido a polêmica ideia de disponibilizar sequências de genomas publicamente, para que cientistas tenham oportunidade de estudá-las.

Church já postou na rede a sua própria sequência de DNA, além de outras dez. O objetivo é chegar a 100 mil.

"Sempre houve uma atitude (em relação à genética) de que você nasce com seu 'destino' genético e se acostuma com ele. Agora a atitude é: a genética é, na verdade, um conjunto de transformações ambientais que você pode empreender no seu destino", acredita Church.

VANGUARDA

No laboratório de temperatura controlada de Church, uma bandeja se move para frente e para trás agitando amostras da bactéria E. Coli.

Em um processo de quatro horas, os cientistas conseguem ativar ou desativar um só par de bases deste DNA, ou regiões inteiras de genes para ver o que acontece.

Existem 2,2 mil genes --de um total de 20 mil-- sobre os quais já se conhece suficientemente para ativá-los ou desativá-los.

Durante a epidemia de E. Coli na Alemanha neste ano, foram necessários menos de dois dias para sequenciar o genoma inteiro de uma variedade até então desconhecida.

Os dois equipamentos que deram ao laboratório de Church uma posição de vanguarda no campo da biologia sintética são a segunda versão da máquina de engenharia automatizada de genomas multiplex, ou Mage, e o Polonator, um sequenciador de genomas que pode decodificar um bilhão de pares de genes de uma só vez.

"Ele está começando a levar a biologia sintética a uma escala maior", opina o professor da Universidade de Boston James J. Collins, colega de Church no Instituto Wyss de Engenharia Inspirada pela Biologia, em Harvard.

PÉ NO CHÃO

Entretanto, nem todos compartilham o entusiasmo de Church e sua visão de futuro para os usos e efeitos da biologia sintética.

"É preciso ter a imaginação de George e a sua visão se se quiser fazer progresso. Mas é tolice pensar que ele fará tanto progresso quanto crê", opina o diretor do departamento de Lei, Bioética e Direitos Humanos da Universidade de Boston, George Annas.

Os céticos observam que a humanidade pode até adicionar anos à expectativa de vida dos seres humanos, mas é improvável que a qualidade desta sobrevida aumente tanto.

"Há uma chance estatística de ser atropelado por um caminhão que dificultará chegar aos 150 anos", diz Chad Nussbaum, codiretor do Programa de Sequenciamento de Genomas e Análises do Instituto Broad de Harvard e do MIT, um instituto do qual Church é associado.

"É maravilhosamente inocente pensar que tudo que precisamos é aprender tudo sobre a genética, e viveremos 150 anos", afirma.

Apesar das ressalvas, Nussbaum afirma que admira a visão do professor Church, assim como sua "genialidade".

"É muito importante pensar grande e tentar fazer coisas malucas", acredita. "Se você não tentar alcançar o impossível, nunca faremos as coisas que são quase impossíveis."

Comentário: Tentamos todos viver o máximo possível em nossas vidas. Alguns países não tem o privilégio de ter uma população que viva tantos anos quanto os brasileiros que já tem um nível alto de idade. Com descobertas desse tipo podemos viver mais o que queremos, de maneira boa e tranquila, como queremos.
http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2011/09/19/74691-brasilia-completa-100-dias-sem-chuva.html
Data: 19/09/11

Brasília completa 100 dias sem chuva

A capital federal contabiliza neste domingo (18) 100 dias sem chuva. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), os brasilienses ainda terão de esperar mais alguns dias para deixar de sentir os efeitos da seca. A previsão é que as primeiras chuvas ocorram a partir do dia 20. No entanto, segundo o meteorologista Hamilton Carvalho, elas devem ter pouca duração e ser em pontos isolados da cidade, o que não será suficiente para afastar o calor e o clima seco que têm incomodado a população nos últimos meses. Em 2010, foram registrados 128 dias sem chuva.

Nos últimos dias, a umidade relativa do ar, que chegou a ficar entre 10% e 15% nas horas mais quentes do dia em agosto, vem aumentando e os menores índices atingiram 20% com a chegada de nuvens carregadas a estados da região central do país, como Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso. Esse percentual, entretanto, ainda caracteriza estado de atenção, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

A temperatura máxima também sofreu pequena queda nos últimos dias e atingiu 27 graus Celsius (ºC). No domingo passado (11), os termômetros registraram 33,4 ºC, a maior temperatura do ano na capital, segundo o Inmet.

A população não vê a hora de dar as boas-vindas à chuva. “O que a gente mais faz é usar o umidificador”, diz o aposentado Manoel Moraes, que passou alguns dias no Rio de Janeiro para fugir dos incômodos da secura, entre eles, tosse, cansaço e dificuldade de respirar.

“Este ano está mais seco. Vai ser muito boa [a chuva]”, acrescenta a também aposentada Elenice Ferreira.

O meio ambiente também sente os efeitos da seca. As queimadas destruíram cerca de 35 mil hectares de vegetação – o equivalente a 35 mil campos de futebol. A Floresta Nacional de Brasília perdeu, pelo menos, 25% de sua área por causa de um incêndio.

O grande número de incêndios florestais levou o Governo do Distrito Federal a declarar situação de emergência na semana passada. O decreto tem vigência de 60 dias. Com isso, a Secretaria de Meio Ambiente, a Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros terão facilidade de adquirir equipamentos para controlar o fogo, como máscaras e abafadores. O decreto perde a validade se cair o risco de novos focos de queimadas.

Para enfrentar a seca, uma das recomendações é beber, no mínimo, dois litros de água por dia. (Fonte: Carolina Pimentel/ Agência Brasil.

Comentário: Esperamos a cada dia melhorar nossas vidas. Dependemos da natureza muitas vezes e com um recesso de chuva tão grande como o de brasília podemos sofrer várias consequências graves.
http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/974028-queda-de-testosterona-ajuda-homens-a-cumprir-papel-de-pais.shtml
Data: 12/09/11


Queda de testosterona ajuda homens a cumprir papel de pais

Os homens experimentam uma queda nos níveis de testosterona após o nascimento dos filhos, o que lhes permite enfrentar os desafios de cuidar da prole, revelou um estudo publicado nesta segunda-feira.

Homens têm níveis de testosterona cada vez mais baixos

A testosterona é um hormônio que alimenta a sexualidade masculina, a agressividade e a resistência física, e no geral seus níveis são mais elevados em jovens solteiros e sem filhos, segundo a pesquisa publicada nas Atas da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos.

Com menos testosterona correndo nas veias, os homens são mais propensos a assumir o papel de pais e ajudar a criar os filhos, uma necessidade particular entre os humanos, que na infância são muito mais dependentes do que outros mamíferos.

"Criar humanos é um esforço tal que requer necessariamente cooperação e nosso estudo mostra que os homens são biologicamente programados a ajudar no trabalho", explicou um dos autores do estudo, Christopher Kuzawa, da Universidade Northwestern, no Illinois.

O estudo, realizado nas Filipinas, se baseou em 624 homens de 21 a 26 anos, que foram acompanhados durante quase cinco anos --período no qual alguns deles iniciaram relacionamentos estáveis e se tornaram pais.

Daqueles que começaram o estudo solteiros e viraram pais ao final da pesquisa, os homens que apresentaram os maiores níveis de testosterona no início foram os que tiveram maior probabilidade de se tornar pais.

Esta distinção é importante porque estudos prévios não tinham conseguido esclarecer se uma redução de testosterona observada em homens recém-casados era um traço que os tornava mais propensos a contrair matrimônio ou se era uma resultante de se formar um casal.

"Os homens que começaram com testosterona alta tinham mais chances de se tornar pais, mas assim que o fizeram, a testosterona caiu substancialmente", disse outro autor do estudo, Lee Gettler, doutorando em antropologia da Universidade Northwestern.

"Nossas descobertas sugerem que isto é especialmente correto para os pais que acabam se envolvendo mais com o cuidado infantil", acrescentou.

Os homens que se tornaram pais durante o estudo demonstraram uma média de 26% a 34% de queda nos níveis de testosterona, que foi significativa em comparação com a queda normal com a idade, observada em solteiros que não se tornaram pais (12% a 14%).

As maiores quedas foram constatadas em pais de recém-nascidos de um mês ou menos.

"A paternidade e as exigências de se ter um bebê recém-nascido requerem muitos ajustes emocionais, psicológicos e físicos", disse Gettler. "Nosso estudo mostra que a biologia de um homem pode mudar substancialmente para ajudar a satisfazer estas demandas", continuou.

Comentário: Os pais de uma criança, após o nascimento, sentem-se cansado a ponto de não querer fazer mais nada. Para os homens, essa descoberta da testosterona ajuda a entender o porque de uma maior resistência neles e mesmo assim acabam ficando exaustos por cuidar de um recém nascido.
http://www1.folha.uol.com.br/bbc/970416-celulas-tronco-podem-salvar-rinoceronte-branco-do-norte.shtml
Data: 05/09/11

Células-tronco podem salvar rinoceronte-branco-do-norte

Cientistas nos EUA anunciaram ter produzido células-tronco de rinoceronte-branco-do-norte e de um macaco africano. A pesquisa pode ajudar a garantir a sobrevivência das duas espécies que estão ameaçadas de extinção.

Os cientistas relatam, na publicação "Nature Methods", que as células-tronco poderão ser transformadas em diferentes tipos de células do corpo dos animais. Se forem convertidas em óvulos e esperma, "filhotes de proveta" também seriam desenvolvidos.

As aplicações ainda estão projetadas para um futuro distante, mas a chefe da equipe de pesquisa, Jeanne Loring, disse que os estudiosos ficaram especialmente entusiasmados com os resultados obtidos com as células do rinoceronte, que superaram as expectativas.

Associated Press

É possível que os 7 rinocerontes-brancos-do-norte enjaulados sejam os últimos da espécie no planeta
As células-tronco foram feitas a partir da pele dos animais, em um processo de "reprogramação" --nele, o retrovírus e outras ferramentas da biologia celular moderna são usados para devolver as células a um estágio prévio de desenvolvimento.

Nesse estágio, as células são "pluripotentes", ou seja, podem ser induzidas a formar diferentes tipos de células específicas, como neurônios e cartilagens.

Os procedimentos em questão dependem muito de tentativas e erros, e os pesquisadores esperavam êxitos nos feitos com o macaco africano (chamado de drill), pelo histórico de experimentos prévios feitos com primatas.

APLICAÇÕES MEDICINAIS

As aplicações iniciais da pesquisa devem ser medicinais. No caso de animais sofrendo de doenças degenerativas, como diabetes, as células-tronco podem, em tese, vir a ser substitutas de células que estão perdendo suas funções.

Estudos que partem dessa premissa já estão em curso em humanos, para combater problemas como falência cardíaca, cegueira, derrames e lesões na espinha dorsal --ainda que o uso prático de tais pesquisas seja tema de debates.

Uma ideia que empolga os cientistas é criar embriões ao induzir células-tronco a fazer óvulos e esperma.

"Fazer gametas [células reprodutivas] a partir de células-tronco ainda não é algo rotineiro, mas há relatos de que isso esteja sendo feito com animais em laboratórios", prosseguiu Loring.

Ela crê que a técnica é mais promissora do que a de clonagem de animais ameaçados, por ter uma taxa de sucesso maior. "Você tem a possibilidade de fazer novas combinações genéticas, em vez de clonar, que apenas reproduz animais já existentes."

"ÚLTIMO ESFORÇO"

O cientista conservacionista Robert Lacy, da Sociedade Zoológica de Chicago, disse que a técnica pode, algum dia, tirar algumas espécies do risco de extinção, mas que ainda há muito trabalho a ser feito.

"As perspectivas para o uso desses métodos, de dar continuidade à linhagem dos últimos indivíduos de algumas espécies, será um último esforço, após termos falhado em proteger esses animais de maneiras prévias, mais simples e eficientes", afirmou Lacy.

Esse é o caso, ele diz, do rinoceronte-branco-do-norte, existente na África e ameaçado pela caça ilegal.

Três anos atrás, a população selvagem da espécie estava reduzida a apenas quatro indivíduos que habitavam um parque nacional na República Democrática do Congo. Expedições recentes sequer conseguiram localizar esse pequeno grupo.

Dessa forma, é possível que sete rinocerontes-brancos-do-norte enjaulados sejam os últimos representantes da espécie no planeta.

Já o primata drill (Mandrillus leucophaeus) também está com uma população declinante na Nigéria e em Camarões, principalmente por causa da caça e por perda de habitat.

As pesquisas de células-tronco têm unido cientistas conservacionistas e de laboratório --caso de Jeanne Loring, que chefia o Centro de Medicina Regenerativa no Instituto de Pesquisas Scripps, na Califórnia.

Seu objetivo imediato é replicar o trabalho desenvolvido com o rinoceronte em outras dez espécies de animais ameaçadas, incluindo uma de elefante.

Comentário: Todos temos uma ideia de salvar o mundo hoje. Os animais estão cada vez mais sujeitos ao perigo de extinção e temos de fazer algo para protegermos a todos eles, independente de espécie ou qualquer outra coisa.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2011/08/cientistas-afirmam-que-jornais-velhos-poderiam-ser-utilizados-como-combustivel-para-carros.html

29/08/2011 19h27 - Atualizado em 29/08/2011 19h27

Cientistas afirmam que jornais velhos poderiam ser utilizados como combustível para carros

Uma equipe de cientistas do setor de estudo de células e biologia molecular da Universidade de Tulane, Nova Orleans, anunciou a descoberta de um novo e ótimo uso para bactérias. Neste caso, os pesquisadores teriam conseguido, com o uso de uma variante bacteriana batizada como TU-103, gerar butanol como produto de sua reação com a celulose presente em folhas de jornal.

Seriam os jornais em papel os salvadores da crise energética? (Foto: Reprodução)
A grandiosidade deste achado consiste em, primeiramente, o butanol ser um ótimo álcool biocombustível, superior em relação ao etanol em termos de energia, podendo facilmente substituir a gasolina para movimentar automóveis e demais veículos sem a necessidade de que eles precisem passar por alterações. Seu armazenamento e transporte também são facilitados, sendo adequado aos canos já presentes em postos e reservatórios de gasolina. Além disso, o produto não possui alta corrosividade, o que manteria a integridade das estruturas por mais tempo.
Ainda, sendo a celulose um composto presente em toda a matéria vegetal, ela é o polímero orgânico mais presente em todo o planeta, o que garantiria suprimento de combustível por gerações e ainda amorteceria os problemas relacionados ao uso de combustíveis fósseis e sua já prevista extinção.
Conforme afirma Harshad Velankar, pós-doutorando do setor de biologia molecular do instituto, somente nos Estados Unidos haveria, por ano e no mínimo, 323 milhões de materiais compostos por celulose que são desperdiçados, e com os quais os pesquisadores pretendem gerar este potencial e novo modal energético.

Equipe de estudo de células e biologia molecular
da Universidade de Tulane (Foto: Reprodução)
A descoberta da subespécie TU-103 foi dada a partir do estudo de bactérias em fezes animais, e, após sua identificação, amostras foram cultivadas e testadas, até se chegar à conclusão de que seria viável a conversão de celulose em butanol com seu uso. Membros da equipe ainda comentaram que o Clostridium não é somente a única versão da bactéria capaz de fazer a conversão diretamente, mas também a única capaz de sobreviver em ambientes em que o oxigênio está presente. Isso que baratearia o custo da produção, já que não seria necessário isolar a TU-103 em ambientes estritamente anaeróbios.
Até o momento, a equipe da Universidade de Tulane tenta licenciar a descoberta e já pensa em outras vantagens: “Esta descoberta poderia baixar o custo da produção de biobutanol, além de colaborar na redução de gases poluentes na atmosfera e preservação de áreas de cultivo para fins bioenergéticos”; afirma Velankar.

Comentário: O mundo todo hoje procura uma vida melhor. O aquecimento global, reciclagem, lixo no lugar certo, são exemplos de assuntos mundialmente comentados. Notícias como essa empolgam a população mundial e queremos cada vez mais saber de novidades como essas.
Retirado de: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2011/08/necessidade-de-8-horas-de-sono-por-dia-e-mito-diz-especialista.html

24/08/2011 20h10 - Atualizado em 24/08/2011 20h31

Necessidade de 8 horas de sono por dia é 'mito', diz especialista
Horas necessárias para dormir variam para cada pessoa.
Professor de biologia do sono dá dicas sobre como descansar melhor.

Dormir oito horas por dia não é a medida certa de sono para todas as pessoas. Para Marco Túlio Melo, professor de medicina e biologia do sono da Unifesp, o tempo de descanso varia entre as pessoas.
O especialista conversou com o G1 nesta quarta-feira (24) e respondeu às perguntas sobre sono e relógio biológico enviadas pelos internautas para o Bem Estar.
As oito horas de sono foram definidas como uma convenção que serve para a maioria das pessoas, porém existem aqueles que precisam dormir apenas 6 horas por dia (curto dormidores) e outros que necessitam de mais de 9 horas na cama (longo dormidores).
Para o especialista, a pessoa não deve forçar a adaptação do relógio biológico. Mas quem anda reclamando de falta deve seguir a dica de Marco Túlio e dividir o tempo das "sonecas" durante todo o dia. Cochilos breves espalhados nas horas vagas podem ajudar o corpo a descansar melhor.
Também não existe nada de errado com quem gosta de acordar tarde. Segundo o professor, ainda que o cotidiano leve as pessoas a levantarem cedo, elas não devem tentar forçar uma nova rotina de sono. O corpo de quem gosta de dormir até tarde pode se ressentir das mudanças bruscas.
Voltar das férias e se acostumar novamente com o ritmo do trabalho e da escola pode ser difícil no começo, mas para Marco Túlio a própria imposição das atividades vai fazer a pessoa se recuperar. Ele destaca que a cautela nos primeiros dias após o retorno é importante, pois a falta de atenção causada pelo sono pode gerar acidentes de carro e outros problemas.
O sono também pode ser um problema para grávidas, que devem tentar compensar o descando perdido durante o dia, especialmente quando o bebê permitir. Marco Túlio acredita que é mais fácil tentar dividir as horas de dormir do que tentá-las concentrar somente durante à noite.

Comentário: A mídia muitas vezes nos traz notícias em que todos confiamos sem antes questionar. São oito horas de sono para todos, é o que dizem as notícias mas graças ao questionamento de uma pessoa podemos ficar melhor informados. Eu particularmente, normalmente durmo somente seis horas por dia e sempre me sinto muito bem. A população deve modificar esse pensamento de aceitar tudo como vem pra nós.
Retirado de: http://www.correiodopovo.com.br/Impresso/?Ano=116&Numero=322&Caderno=0&Noticia=328210
ANO 116 Nº 322 - PORTO ALEGRE, QUINTA-FEIRA, 18 DE AGOSTO DE 2011

Avançam estudos da vacina contra Aids
Cientistas que pesquisam o vírus HIV afirmaram ter identificado 17 anticorpos poderosos, cuja descoberta abriu caminhos valiosos na busca por uma vacina contra a Aids. Segundo ONG patrocinadora das pesquisas, a busca por anticorpos neutralizantes do HIV seja "talvez o maior desafio" enfrentado por produtores de vacinas. Os 17 anticorpos foram isolados de indivíduos soropositivos. Segundo estimativas da ONU, cerca de 34 milhões de pessoas estão infectadas pelo HIV.

Comentário: Assim é possível vizualizar que a medicina avança a cada dia, e que é possível, algum dia, ser descoberta uma vacina contra a Aids. É esperado que isso se concretize, pois iria ajudar a salvar muitas vidas.
Retirado de: http://www.correiodopovo.com.br/Impresso/?Ano=116&Numero=316&Caderno=0&Noticia=326189
ANO 116 Nº 316 - PORTO ALEGRE, SEXTA-FEIRA, 12 DE AGOSTO DE 2011

Fórum debate resíduos sólidos
O Fórum de Concertação Ambiental - Soluções Sustentáveis para Porto Alegre foi realizado ontem e discutiu soluções para a destinação final dos resíduos da construção civil. Conforme o secretário adjunto da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam), André Carús, a Capital produz, em média, 75 mil toneladas de resíduos - mas, com o advento da Copa, esse número poderá chegar a 6 milhões.

O encontro serviu para a discussão de demandas importantes para a cidade, como a qualificação da Orla do Guaíba. O próximo seminário está previsto para o dia 6 de setembro e terá como tema a gestão do uso do espaço urbano e seus impactos. A terceira e última edição do evento será no dia 11 de outubro e discutirá as perspectivas econômicas, de lazer e transporte oferecidas pelo Guaíba e sua orla.


Comentário: Com o Fórum será possível achar soluções para o destino final dos resíduos de construção civil, que querendo ou não, poluem muito o meio ambiente. É necessário um lugar apropriado, para que assim não chegue a prejudicar tanto o meio ambiente.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Retirado de: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/952340-elo-entre-sal-e-doencas-do-coracao-nao-e-automatico.shtml
Data: 31/07/2011

Elo entre sal e doenças do coração não é automático

Ninguém discute mais que o consumo excessivo de sal faz subir a pressão sanguínea. Mas um estudo em grande escala dos efeitos da redução do sal na dieta teve resultados inconclusivo, informa Ricardo Bonalume Neto em reportagem na Folha deste domingo.

A íntegra do texto está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

A análise de sete pesquisas internacionais, envolvendo 6.257 pessoas, das quais 665 morreram (293 por doenças cardiovasculares) não apontou um elo claro entre a diminuição da pressão resultante do menor consumo de sal e a prevalência dessas doenças, ou a morte causada por elas.

O trabalho foi feito pela Cochrane Collaboration, uma rede internacional de pesquisadores, e publicado na revista médica "American Journal of Hypertension". A equipe, liderada por Rod Taylor, da Universidade de Exeter, Reino Unido, garimpou 3.035 artigos e terminou com apenas sete estudos relevantes.

O estudo não é uma "licença para comer salgadinhos", contudo; ele simplesmente mostrou que a redução do consumo de sódio não é necessariamente boa para todos. Houve até casos em que a redução do consumo foi nociva em pacientes com insuficiência cardíaca.

O brasileiro consome em média 8,2 gramas de sal por dia (3,3 gramas de sódio), mais que as recomendações internacionais de ingestão de um máximo de 6 gramas (2,4 gramas de sódio), o equivalente a uma colher de chá.

Comentário: Está aí um estudo importante para nos ajudar na alimentação. Muitas vezes ouvimos por médicos e outras pessoas exatamente o contrário que a notícia diz. Importante falar sobre um trecho do texto "a redução do consumo de sódio não é necessariamente boa para todos" o que quer dizer que muitas vezes médicos que nos aconselham diminuir o consumo de sal estão errados e isso tem que mudar.
Retirado de: http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2011/07/saiba-quais-sao-os-processos-de-divisao-celular-do-organismo.html
Data: 30/07/2011

VÍDEO!

Saiba quais são os processos de divisão celular do organismo

Roberta Xavier, professor de biologia do Curso e Colégio pH, dá uma aula sobre os processos de divisão celular presentes no organismo.
São eles: mitose (equacional) e meiose (reducional).

Comentário: Achei a reportagem interessante porque estamos acompanhando esses processos de divisão celular há anos e com a vídeo-aula podemos aprender um pouco mais a fundo o que significam e reforçar quais suas funções.
Retirado de: http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2011/07/brasileiros-conquistam-medalha-em-olimpiada-de-biologia-em-taiwan.html
Data: 20/07/2011

Brasileiros conquistam medalha em olimpíada de biologia em Taiwan
Evento reuniu 200 competidores de 56 nações.
Em umas das provas, competidores tiveram de retirar o nervo de um sapo.

Dois estudantes brasileiros conquistaram medalhas de bronze na 22ª Olimpíada Internacional de Biologia realizada, em Taipei, capital de Taiwan. Pedro Barbosa Oliveira, de 18 anos, e Rafael Lima, de 19 anos, ambos de Fortaleza, conseguiram se destacar entre os mais de 200 competidores de 56 nações. O evento terminou neste domingo (17).
A competição reuniu duas provas teóricas e quatro práticas envolvendo temas sobre biologia; ecologia e sistemática; botânica e genética e bioquímica. Todas as provas tiveram de ser executadas individualmente. Pedro Oliveira, um dos medalhistas, contou que entre as provas práticas, os competidores tiveram de retirar o nervo de um sapo, além de ter de identificar plantas, fazer lâminas e análise de cristais.
"A participação do Brasil foi boa na parte teórica, mas na prática não conseguimos manter o mesmo nível dos outros competidores porque ainda falta aparato nos colégios para treinarmos", disse Oliveira, que já conquistou medalha de bronze em uma olimpíada de biologia realizada no Peru.
Oliveira e Rafael Lima que também conquistou medalha de bronze fazem curso pré-vestibular em Fortaleza e pretendem ingressar no curso de medicina.
Histórico
Com o resultado deste ano, a equipe brasileira repetiu o desempenho obtido na olimpíada do ano passado (em Changwon, na Coréia do Sul). O país participa da competição desde 2005 e já conquistou cinco medalhas de bronze (uma em 2009, duas em 2010 e duas em 2011). No próximo ano, o evento científico acontecerá em Singapura.

Comentário: Ao passar dos anos podemos observar que o estudo no brasil está ficando melhor e mais competitivo. Com´petições como essas e outras que aparecem em televisões, rádio ou que não tem tanta mídia assim mostram o valor de tudo isso que aprendemos desde pequenos. Há poucos anos não conseguimos chegar perto de medalhas em competições tão importantes e com uma matéria tão complexa e agora já chegamos e podemos fazer mais.
Retirado de: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/939072-estudo-indica-relacao-entre-qualidade-do-esperma-e-obesidade.shtml
Data: 05/07/11

Estudo indica relação entre qualidade do esperma e obesidade

O esperma dos homens obesos é mais pobre em espermatozoides, o que pode ter impacto direto sobre sua fertilidade, diz um estudo francês apresentado em Estocolmo no congresso da ESHRE (Sociedade Europeia de Reprodução Humana).

O estudo foi realizado no final de 2010 com 1.940 pessoas por uma equipe liderada por Paul Cohen-Bacrie, diretor científico do Laboratório de Biologia Médica de Eylau-Unilabs, em Paris. Foi o maior estudo já realizado sobre o tema, segundo a Unilabs (associação de laboratórios de 12 países europeus fundada na Suíça).

"O sobrepeso causa uma modificação dos parâmetros do esperma provavelmente devido a desordens hormonais, com déficits em número, em mobilidade e em vitalidade, o que causa perdas de possibilidade de concepção", explicou Cohen-Bacrie.

Os pesquisadores analisaram o volume de esperma, seu pH, a concentração de espermatozoides por ml de esperma, seu número total, sua mobilidade, sua vitalidade, a taxa de formatos atípicos e outros dados. Os coeficientes de correlação foram estabelecidos entre esses parâmetros e o índice de massa corporal.

Com um IMC (peso dividido pela altura ao quadrado) inferior a 18, a pessoa pode ser considerada magra; entre 18 e 25, o peso é normal; entre 25,1 e 30, há sobrepeso; e o indivíduo é obeso quando o resultado supera 30.

O estudo mostra que, quanto maior o sobrepeso, mais a qualidade do esperma diminui, particularmente no que concerne à concentração e ao número total de espermatozoides.

Além da concentração de espermatozóides ser 10% menor nos pacientes com sobrepeso e chegar a 20% menos nos obesos, a mobilidade dos espermatozoides destes cai 10%.

A contagem total de espermatozoides, de 184 a 194 milhões de ml entre as pessoas com peso normal, cai para 164/186 entre as pessoas com sobrepeso e para 135/157 entre os obesos. O número de pessoas que sofrem de uma ausência total de espermatozoides (azoospermia) aumenta de 1%, quando o peso é normal, para 3,8% entre os obesos.

Quando a idade aumenta, o efeito do IMC na concentração e na quantidade permanece o mesmo, mas a mobilidade dos espermatozoides entre os obesos diminui significativamente.

Já se sabe que a mulher obesa ou muito magra pode ter problemas de ovulação. Mas, "quando um casal quer ter filhos, é preciso também tomar cuidado com o peso do homem", ressalta Cohen-Bacrie. Há, no entanto, um elemento reconfortante: ele constatou em 300 pacientes que o problema é reversível: ao emagrecer, os parâmetros perdidos são recuperados.

Comentário: Importante notícia para o bem estar das pessoas. Várias coisas levam a infertilidade e a obesidade é uma que pode trazer preocupações por diminuir a qualidade do esperma. É importante dar uma importância a mais para este trecho do texto "O estudo mostra que, quanto maior o sobrepeso, mais a qualidade do esperma diminui, particularmente no que concerne à concentração e ao número total de espermatozoides". Está aí mais um estímulo para os obesos começarem a perder peso.
Retirado de: http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2011/07/pesquisador-da-unb-cria-capsula-antiinflamatoria-com-oleo-de-pequi.html
Data: 16/07/2011

Pesquisador da UnB cria cápsula anti-inflamatória com óleo de pequi
Empresa de Brasília já adquiriu direitos de comercialização do produto.
Óleo anula efeito dos radicais livres, responsáveis por envelhecimento.

Cesar Koppe desenvolveu cápsulas com extrato e
óleo de pequi (Foto: Divulgação / UnB Agência)
O professor Cesar Koppe, do instituto de biologia da Universidade de Brasília (UnB), conseguiu isolar em cápsulas as propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias do extrato e do óleo de pequi, planta nativa do cerrado.
De acordo com a assessoria da universidade, o produto aguarda o registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para ser comercializado. A UnB informou também que uma empresa de Brasília já adquiriu os direitos sobre a patente.
Na primeira fase de testes com o produto, Koppe observou a capacidade antioxidante do extrato e do óleo de pequi em células cultivadas. Em seguida, testes feitos em camundongos confirmaram as propriedades da planta nativa do cerrado de anular o efeito dos radicais livres, moléculas responsáveis pelo envelhecimento.
Na terceira etapa de testes, o óleo e extrato foram ministrados a um grupo de 60 maratonistas. Segundo a UnB, por exercerem atividade física intensa, eles produzem mais radicais livres.
Exames feitos após a realização de uma maratona mostrou que os atletas que tomaram as cápsulas de óleo e do extrato de pequi tiveram menos danos celulares dos que os que não tomaram.
O produto será testado agora em pacientes com lúpus do Hospital Universitário de Brasília. De acordo com o pesquisador, por conta da doença, os pacientes também produzem mais radicais livres.
Segundo informações da UnB, Koppe afirmou que a descoberta pode ajudar na preservação do cerrado. "Ainda existem muitas espécies que podem ser trabalhadas: o baru, a arniquinha e o arnicão, todas elas abundantes ainda em áreas de preservação como a Chapada dos Veadeiros", disse.

Comentário: Em todo o nosso mundo existem coisa que nem sonhamos que exista. Um desses exemplos é o que essa notícia nos trás e que esse pesquisador soube aproveitar. Podemos criar muitas coisas que pertencem a nossa natureza para conseguir criar algo para nosso benefício e isso deve ser feito mais vezes.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Retirado de: http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/934534-nova-tecnica-cria-especie-hibrida-com-orgao-de-outro-animal.shtml

Data: 24/06/11

Nova técnica cria espécie híbrida com órgão de outro animal

Uma nova técnica que vem do Japão parece ter encontrado uma forma de injetar células-tronco embrionárias de um animal em outro para criar espécies híbridas, cujos órgãos poderiam ser usados em transplantes.

Há décadas que porcos são apontados como potencialmente capazes de gerar órgãos humanos para esse fim, mas não surgiu até agora nada nesse sentido.

A pesquisa é da equipe coordenada pelo professor Hiromitsu Nakauchi, diretor do departamento de medicina regenerativa e de biologia celular da Universidade de Tóquio, que apresentou seu trabalho durante a conferência anual da Sociedade Europeia de Genética Humana.

PROMISSOR

Os pesquisadores injetaram células-tronco de ratos geneticamente alteradas em embriões de camundongos.
Com isso, surgiram camundongos híbridos com pâncreas de ratos--órgão que produz hormônios como a insulina-- que cresceram até a fase adulta.

Na técnica chamada "complementação de blastócito" --célula embrionária em sua face inicial--, Nakauchi usou um tipo de células-tronco conhecidas como pluripotentes induzidas, que podem ser retiradas de um tecido qualquer e encorajadas a se desenvolverem em qualquer outro tipo de célula do corpo.

Se a técnica for desenvolvida para seres humanos, ela pode ser usada no tratamento de diabéticos. Os pacientes poderiam receber o transplante de um pâncreas novo.

Comentário: Como mostrei na outra postagem realmente é incrível ver como a ciência evoluiu ao longo dos anos e ter a certeza de que vai continuar evoluindo. A grade maioria das descobertas são feitas direcionadas aos humanos, cada detalhe é pensado para um fim com uma preocupação maior que é a vida. Para os diabéticos essa descoberta é muito importante, como pode se ver no fragmento do texto "Se a técnica for desenvolvida para seres humanos, ela pode ser usada no tratamento de diabéticos. Os pacientes poderiam receber o transplante de um pâncreas novo."
Retirado de:http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/935365-nova-guine-tem-mais-de-mil-especies-descobertas-em-uma-decada.shtml

Data: 27/06/11

Nova Guiné tem mais de mil espécies descobertas em uma década

A ONG internacional WWF anunciou nesta segunda-feira que 1.060 novas espécies foram descobertas na Nova Guiné entre 1998 e 2008, entre as quais se destacam um golfinho e um tubarão de dois metros e meio de comprimento.

A entidade denunciou o risco de extinção dessas espécies caso não sejam controlados os danos que o desmatamento provoca na ilha.

O estudo divulgado pelo WWF revela 218 plantas, 43 répteis, 12 mamíferos, 580 invertebrados, 134 anfíbios, 2 pássaros e 71 peixes.

"Este relatório mostra que as florestas e os rios da Nova Guiné se encontram entre os mais ricos e com maior biodiversidade do mundo. Mas também mostra que a descontrolada demanda humana pode esgotar este rico ambiente", disse Neil Stronach, representante da WWF.

O organismo ressaltou que, apesar de sua remota localização, os habitats da ilha estão sendo destruídos "de forma alarmante" devido a graves ameaças como "desmatamento, mineração, comércio de animais silvestres e expansão da agricultura, em particular a exploração do azeite de palma".

A ilha da Nova Guiné contém a terceira maior extensão de floresta do mundo e seu território é compartilhado por Indonésia, na parte ocidental, e Papua Nova Guiné, na oriental.

Comentário: O homem ainda tem que descobrir muitas coisas no mundo. Ele nos oferece as condições muito boas para isso. Com a tecnologia alcançada pelo homem é cada vez mais viável a descoberta dessas maravilhas que o mundo pode nos oferecer. Animais como esses devem ser mantidos pois são uma da coisas que o homem pode conhecer e observar sua beleza pro resto da vida, deixando assim todos contentes, tanto nós humanos como eles, animais.
Retirado de: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/06/projeto-pretende-descobrir-genoma-de-5-mil-especies-de-insetos.html

Data: 15/06/11

Projeto pretende descobrir genoma de 5 mil espécies de insetos
Custo do sequenciamento em queda torna meta viável, dizem cientistas.
Um dos objetivos é conhecer mais sobre pragas e ameaças aos humanos.
Do G1, em São Paulo
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O genoma de 5 mil insetos e outros tipos de artrópodes será descoberto e estudado por um grupo de cientistas nos próximos cinco anos. Conhecida como Projeto Genoma de Insetos 5000 (i5k), a iniciativa foi lançada em 2011 para que entomologistas possam conhecer mais sobre a biologia desses animais e como controlá-los quando causam ameaças à saúde, aos alimentos e à economia.

O projeto foi detalhado em entrevista de quatro dos membros publicada na última edição da revista "American Entomologist". Lançado em março, após uma carta assinada por dez membros - a maioria norte-americanos - à revista "Science", o i5k agora busca colaboradores de todo o mundo para indicações sobre qual inseto deve ser sequenciado.
Os interessados poderão se cadastrar no site http://arthropodgenomes.org/wiki/i5K para participar do projeto. Um dos focos do grupo está na reunião de dados que permitam estudar melhor a resistência dos invertebrados a inseticidas.
Como o sequenciamento genômico fica mais barato com o passar dos anos, os organizadores esperam que o conhecimento sobre os genes dos 5 mil artrópodes possa resultar na melhora das técnicas de controle de pragas ou mesmo na preservação de espécies menos resistentes como as abelhas.

Comentário: Importante mobilização para a descoberta do genoma dessas espécies. Podemos obter informações com um certo prestígio com ela pois fala sobre a ameaça à saúde das pessoas por vários modos de contaminação, sobre a contaminação de alimentos e o prejuízo que pode trazer para a economia de um certo lugar.
Retirado de: http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1534108-7823-BIOLOGOS+E+COMUNIDADE+SE+UNEM+NA+PRESERVACAO+DA+ARARA+AZUL+NA+BAHIA,00.html

Data: 11/06/11

VÍDEO!

Comentário: O mundo hoje está cada vez mais atualizado. A maioria tem uma consciência maior do que tinham antigamente. Brigamos por vários motivos e um deles é a preservação dos animais, não importa de que raça, cor ou outra característica. Temos obviamente outras preocupações com o mundo, como com a água e isso é um ponto positivo pois afinal nós humanos sentimos, os animais sentem, o mundo sente variações e melhoras em nossas vidas.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Retirado de: http://noticias.uol.com.br/educacao/2011/05/31/alunos-querem-discutir-diversidade-sexual-diz-professora-transexual.jhtm

Data: 31/05/2011

"Alunos querem discutir diversidade sexual", diz professora transexual

Os adolescentes brasileiros estão prontos para discutir a diversidade sexual em sala de aula. Uns têm preconceito, mas muitos outros estão cheio de curiosidade e disposição para debater o tema. Assim pensa a transexual Marina Reidel, professora na escola estadual Rio de Janeiro, em Porto Alegre (RS), e na Fundarte, em Montenegro, no mesmo estado. “Eles querem essas aulas e gostam delas, pois conhecem algo que não é vivido na família.”

Por essa razão, a professora acredita ser um retrocesso o veto ao “kit gay”, como é chamado o material didático criado pelo MEC (Ministério da Educação) para combater a homofobia. “O material é de boa qualidade, não ensina ninguém a ser gay e mostra a realidade na qual vivemos, pois temos alunos que precisam desse apoio”, diz.
“Hoje [no dia da entrevista], inclusive, eu propus um trabalho com tema livre e um grupo decidiu falar sobre a diversidade sexual. Isto é, eles mesmos pedem para falar e alguns até dizem ‘eu não homossexual, mas respeito’.”
A professora, que não revela a idade, transformou-se de Mario em Marina há dez anos. Hoje em dia, é um ícone da luta pelo debate da diversidade sexual em sala de aula. Ela pesquisa o assunto para sua dissertação de mestrado, na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e já participou de palestras e cursos de capacitação dentro e fora do estado.
Quando era criança, no interior gaúcho, sofreu maus-tratos constantes na escola. Antes da transformação, foi ofendida por alunos e rejeitada por alguns pais. Mas ressalta que foram apenas alguns casos. “Os adolescentes são muito mais abertos do que se pensa na hora de trabalhar a diversidade sexual em aula. É fundamental que haja o esclarecimento, pois o preconceito vem da falta de conhecimento”, acredita.
Na opinião dela, atitudes preconceituosas não devem ser toleradas na escola, e é tarefa de professores e gestores evitar que isso aconteça. “Na minha escola, não aceito esse tipo de brincadeira. Queremos educar cidadãos. Se eu permito essa atitude, mais tarde os alunos sairão em praça pública agredindo a todos.”
Marina conhece outras 16 professoras transexuais na rede pública brasileira e acredita que haja muitas outras. Elas são exceções numa dura realidade – grande parte dos travestis e transexuais tem dificuldade para conseguir um emprego, pois abandona a escola antes de se formar. “Muitas estão na prostituição porque foram expulsas em algum momento da escola e da família. Elas não têm o ensino fundamental e caem nesse mundo”, afirma.

Comentário: Hoje em dia procuramos nossa felicidade em todos os lugares, no nosso trabalho, na nossa casa, na nossa beleza, na pessoa que somos, em tudo. Casos como esses de diversidade sexual são bastante discutidos há tempos e de uns anos pra cá começaram a ser mais falados em todos os lugares. A mídia está fazendo de tudo para incluir à todos na sociedade e tudo deve-se a um movimento de não-racismo que todos devemos nos incluir, pois todos temos direitos iguais.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Retirado de: http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/921719-formiga-sabe-diferenciar-arvore-onde-vive-das-outras.shtml

Data: 27/05/2011

Formiga sabe diferenciar árvore onde vive das outras

As formigas sabem de longe qual é a árvore onde vivem, e pesquisadores estudam como elas fazem a distinção de uma planta estranha da sua natural.

As formigas da espécie Pseudomyrmex triplarinus vivem em profundos canais nos caules e troncos das árvores Triplaris americana, onde conseguem se abrigar e obter açúcar, gordura e proteína fornecidos pela árvore.

Como recompensa, elas picam os animais que tentam comer as folhas das árvores e afastam plantas de outra espécie que crescem perto delas.

Os cientistas, que trabalham no Peru, descobriram que as formigas expurgaram mudas que brotavam próximo às suas árvores e também removeram de 80% a 100% das folhas estranhas experimentalmente fixadas ao tronco, comparando-se com apenas 10% a 30% das folhas da T. americana.

Ao tratarem tiras de papel absorvente com extratos de cera de três substâncias diferentes --da folha da T. americana, de uma espécie bem próxima, a T. poeppigiana_ e de solventes puros como controle --, eles perceberam que as formigas atacaram as tiras de controle com mais frequência do que as outras duas.

Isso sugere que as formigas conseguiram, em um nível considerável, reconhecer o extrato independentemente da forma ou da textura do material que carregavam.

"Essas formigas são muito protetoras de sua árvore acolhedora", diz Jorge M. Vivanco, um dos autores do estudo e professor de biologia da Universidade Estadual do Colorado.

"Não importa se é humano, animal, um inseto ou outra planta; elas vão atacar. A forma como conseguem diferenciar a árvore acolhedora de outros tipos de plantas é a principal contribuição para este estudo", comenta.

Detalhes da pesquisa estão na edição deste mês do jornal "Biotropica".

Comentário: Os animais não tem capacidade de "pensar"? Todos dizem que os animais são inúteis quanto ao pensamento, quanto a distinção de várias coisas. Criticamos as vezes por fazerem coisas que nos irritam e que nos levam a ter raiva. Todos os homens cometem erros também, será que é porque são irracionais assim como os animais? Temos aí uma boa pergunta para refletirmos.
VÍDEO E UM TEXTO SOBRE ELE.

Retirado de: http://g1.globo.com/globo-reporter/noticia/2011/05/teste-feito-no-escuro-revela-papel-do-olfato-no-paladar.html

Data: 13/05/2011

Os mistérios do paladar ficam ainda maiores se ficarmos no escuro. Um teste pode ser feito em casa, na completa escuridão. Para participar junto com o repórter Alberto Gaspar, convidamos duas pessoas com atividades diferentes, mas que têm em comum o amor por uma boa mesa.
Nelson Casarin é dono de restaurante em Ijuí, no Rio Grande do Sul: “Dizem que o dono comendo, os outros podem comer tranquilo”, brinca.

Mara Tissot é professora de botânica na universidade local e uma espécie de doutora em criatividade culinária.
Para participar do teste, no laboratório da Unijuí, o repórter e os dois convidados se deparam com um banquete: é um prato único para o almoço, é uma torta de berinjela, com purê de cenoura, purê de batatas, frango, um purê picante de mangas e uma salada verde básica para acompanhar. “Curto comida mais do que devia”, ri Mara Tissot.
Cada um vai provar certos alimentos e tentar adivinhar o que tem na boca, na mais completa escuridão. No início, todos acertam os alimentos e, quando eles acharam que tinham passado com louvor, a professora Maria Cristina Pansera-de-Araújo, doutora em biologia, avisa que eles farão um novo teste que vai verificar o quanto do olfato interfere no paladar. E para isso, todos têm que tapar o nariz antes de provar a comida.
Após alguns acertos e muitos erros, os convidados revelam que adoraram participar do teste. “Achei a experiência fantástica. A gente não faz isso normalmente”, declara a professora de botânica Mara Tissot. “É que no dia a dia com tudo misturado você nem sente o paladar da comida”, destaca o dono de restaurante Nelson Casarin.
O teste, tão simples, nos faz pensar como é rico o nosso paladar. Na verdade, ele reúne um conjunto de sensações, envolve a visão e o olfato. Não é só a língua.
“Ao nascer, a criança tem muito mais papilas gustativas do que o adulto e o idoso. Então, ao longo do tempo você vai perdendo um pouco da funcionalidade dessas papilas gustativas, mas você não perdeu a memória. Cada um tem a sua tem a sua memória olfativa e de paladar. É um patrimônio exclusivo, que você não vai conseguir repetir, mesmo que tu estejas na mesma família, a percepção é individualizada”, aponta a doutora em biologia Maria Cristina Pansera-de-Araújo.

Comentário: Há muitas cosas para estudar nesse mundo, que cada vez mais e surpreendo com as descobertas na ciência mesmo que sejam coisas simples como uma degustação é uma coisa impressionante. Muitas descobertas facilitam nossas vidas, outras nos dão um prazer maior como a tecnologia entre outras e essa é uma simples mas importante também.
VÍDEO E UM TEXTO SOBRE ELE.

Retirado de: http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2011/05/amigos-da-escola-ajudam-reduzir-violencia-e-o-uso-de-drogas-em-itajai.html

Data: 05/05/2011

Comentário: Todo esse "mundo de droga" que existe hoje não foi criado à muito tempo e elas estão cada vez mais aparecendo nas escolas. Como muitas coisas são novidades pra nossa população, essas drogas existentes também são novidades. Muitas famílias sofrem com o uso de droga dentro de sua casa, pois essa dependência química leva a pessoa a cometer muitos delitos, tantos que muitas vezes chegam à morte.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Retirado de: http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/899010-japoneses-reproduzem-retina-com-celulas-tronco-de-ratos.shtml
Data: 06/04/11

Japoneses reproduzem retina com células-tronco de ratos

Cientistas japoneses conseguiram fazer com que células-tronco embrionárias de ratos se transformassem, em laboratório, na complexa estrutura a partir da qual se desenvolve a retina.

Mototsugu Eiraku e Yoshiki Sasai, do centro de biologia Riken, de Kobe, descrevem em seu estudo, publicado na revista "Nature", como as células-tronco podem se diferenciar sem a influência química e física de outros tecidos em uma cúpula óptica capaz de formar a estrutura característica da retina.

Para isso, os cientistas utilizaram um inovador sistema de cultivo de tecidos tridimensional.

"O que conseguimos fazer é resolver um problema quase centenário da embriologia, mostrando que os precursores da retina possuem a habilidade inerente de dar origem à estrutura complexa da cúpula óptica", explicou Sasai em um comunicado.

Vale destacar que as células fizeram todo o trabalho sozinhas, sem serem estimuladas, forçadas ou pressionadas para adquirir uma forma específica, segundo os pesquisadores.

A princípio, as células-tronco organizaram-se em uma massa sem padrão de funcionamento, "evoluindo" depois para uma forma com duas paredes correspondente às camadas interna e externa da retina durante o desenvolvimento do embrião.

Segundo a "Nature", a pesquisa pode ajudar no desenvolvimento de transplantes derivados das células-tronco para reparo da retina. E é especialmente relevante para pacientes de um grupo de doenças oculares genéticas, conhecidas como retinitis pigmentosa, que pode levar à cegueira, segundo Sasai.

A doença danifica a retina, camada de tecido no fundo do olho que converte imagens de luz em sinais nervosos e os envia ao cérebro.
Pacientes com retinitis pigmentosa sofrem uma perda gradual da visão, porque as células fotorreceptoras - compostas de bastões e cones - definham e morrem.

Em um comentário, também publicado na "Nature", Robin Ali e Jane Snowden, do University College London, afirmam que o proto-olho autogerado apresenta marcadores moleculares característicos tanto da retina neural, que nos animais é conectada ao cérebro, quanto de uma camada chamada epitélio pigmentado retinal, que ajuda a manter os olhos limpos.

"Uma prova ainda mais impressionante de que estas retinas são genuínas é que, durante a cultura, as cúpulas ópticas sintéticas passam por uma diferenciação celular (...), transformando-se nos principais tipos de célula retinal, incluindo os fotorreceptores", destacam.

Comentário: Realmente é incrível ver como a ciência evoluiu ao longo dos anos e ter a certeza de que vai continuar evoluindo. Todos os assuntos de hoje têm um tipo "tabu" ou vão ter. Um desses casos é esse que era um problema quase centenário da embriologia. Cada vez mais os cientistas descobrem mais coisas e têm mais vontade de descobrir. Essas descobertas são muito importantes para o desenvolvimento da humanidade. Quanto mais tecnologia presente maior é a possibilidade de terem novas descobertas. Estamos num mundo tecnológico e isso nos ajuda.
Retirado de: http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/907797-habitantes-do-himalaia-confirmam-teoria-cientifica-sobre-o-clima.shtml
Data: 27/04/11

Habitantes do Himalaia confirmam teoria científica sobre o clima

Um extenso estudo realizado com 250 moradores do Himalaia, no qual foram coletadas as suas observações sobre a evolução da camada de neve ou dos cursos de água nos últimos dez anos, confirma a teoria científica sobre as mudanças climáticas.

O estudo será publicado pela Royal Society (academia das ciências britânicas) na revista científica "Biology Letters".

Os pesquisadores entrevistaram moradores sobre 18 possíveis indicadores das mudanças climáticas ao longo da última década.

Com o objetivo de comparar os resultados, as entrevistas foram acompanhadas por uma pesquisa de grande escala em outras dez cidades da mesma região.

Das pessoas entrevistadas, 75% disseram que atualmente faz mais calor agora do que há dez anos e dois terços disseram que o verão e a colheita chegam mais cedo.

Cerca da metade concordou que há menos neve agora nas montanhas e 70% afirmaram que os cursos de água são cada vez mais escassos.

A metade constatou que certas espécies de plantas brotam mais cedo do que há uma década e que mosquitos têm aparecido em aldeias onde nunca eram vistos anteriormente.

Outro terço indicou que nas fazendas há mais pragas e crescem ervas daninhas.

As observações confirmam os estudos científicos relacionados à temperatura, às chuvas e às espécies no Hilamaia e em outras regiões.

No entanto, segundo a pesquisa, não existem pesquisas que comprovem que a colheita começa mais cedo.

Os moradores que vivem em altitudes elevadas (entre 2.000 e 3.000 metros) são os que mais constataram estas mudanças. Na verdade, os cientistas estimam que as regiões montanhosas e com neve sejam as mais suscetíveis ao impacto da mudança climática.

Trata-se da maior pesquisa já realizada até agora comparando as observações coletadas de populações locais, de um lado, e os modelos científicos, de outro.

Normalmente, estes conhecimentos empíricos são pouco utilizados nas ciências do clima por ser muitas vezes demasiado incorretos ou distorcidos pelas experiências profissionais.

Por exemplo, se um agricultor sofre várias colheitas ruins seguidas, culpa primeiro as mudanças climáticas, ao invés de avaliar as técnicas agrícolas utilizadas ou, simplesmente, cogitar se houve mau tempo.

O Himalaia e seus 15.000 glaciares abastecem com água os oito maiores rios da Ásia, dos quais cinco (o Indus, Ganges, Bramhaputra, o Yangtze e o Amarelo) são suscetíveis de sofrer estresse hídrico nas próximas décadas, com potenciais consequências para 1,4 bilhão de pessoas.

"Apesar dos enormes custos ambientais, econômicos e sociais, não conhecemos bem a extensão das mudanças climáticas e suas consequências no Himalaia", diz o estudo.

Os autores da pesquisa são Kamaljit Bawa, professor de biologia da Universidade de Massachusetts, em Boston (EUA), e presidente da Fundação Ashoka de Pesquisas em Ecologia e Meio Ambiente (Atree, em inglês), de Bangalore (Índia), e o estudante de biologia Pashupati Chaudhary, que pertence à mesma universidade.

Comentário: Importante mobilização dos cientistas. As condições ambientais estão mudando não só no Himalaia mas em todo o mundo. O período em que estamos é de transição. O aquecimento global está prevalecendo e precisamos mudar isso. Pesquisas como essas já foram feitas em vários locais e essa é uma ótima pesquisa. Podemos ver um fragmento que demonstra isso no texto "Trata-se da maior pesquisa já realizada até agora comparando as observações coletadas de populações locais, de um lado, e os modelos científicos, de outro." Foi feita a pesquisa com moradores que sentiram a diferença nos últimos dez anos. Na mídia, muitas vezes estão aparecendo casos como desastres em várias cidades,fato que não ocorria tão freqüentemente a anos atrás.
VÍDEO!

Retirado de: http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2011/04/professor-de-biologia-da-aula-sobre-os-desreguladores-hormonais.html
Data: 20/04/11

Comentário: Importante vídeo aula que aborda basicamente um assunto muito importante, a nossa saúde e a saúde da natureza. Estudos feitos em animais e em pessoas comprovam que esses desreguladores trazem um risco, como foi o caso dos jacarés na Florida, que mudaram de sexo devido a ação de um agrotóxico e também o caso de mulheres que tomaram algumas medicações e depois tiveram filhas que tinham uma menos capacidade de reprodução e também tiveram maior número de câncer de mama. Para podermos baixar os níveis de casos como esses precisamos tomar algumas imediatas medidas com o tratamento de esgoto como por exemplo a utilização de água oxigenada.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Retirado de: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/04/instituto-do-cancer-apresenta-ultrassom-que-dispensa-cirurgia.html
Data: 14/04/11

Instituto do Câncer de SP apresenta ultrassom capaz de destruir tumores
Pulsos de ondas sonoras queimam o tecido doente.
Instituto vai pesquisar aplicação da técnica em tumores malignos em ossos.

O Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) inaugurou nesta quinta-feira (14) um serviço de ultrassom - ondas sonoras de alta frequência que o ouvido humano é incapaz de escutar - para destruir células cancerígenas, sem a necessidade de cirurgia e anestesia. O novo equipamento estará disponível à população pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Apesar do efeito do ultrassom em tumores já ser conhecido, o novo equipamento consegue focar até mil feixes em um único ponto - com a ajuda de um aparelho de ressonância magnética. Com o calor, as células cancerígenas são queimadas, sem que o aumento de temperatura afete os tecidos saudáveis vizinhos.
Único na América Latina, o aparelho é de tecnologia israelense e custou R$ 1,5 milhão. Segundo Marcos Roberto de Menezes, diretor do setor de diagnóstico por imagem do Icesp, seis mulheres já foram atendidas com sucesso para casos de miomas - tumores benignos, de tecido muscular e fibroso, conhecidos por afetar o útero.

O Icesp já solicitou protocolos de pesquisa para testar a eficiência da técnica em metástases - câncer que se espalharam pelo corpo - ósseas.
"Essa tecnologia ainda é experimental, não só no Brasil, como em outros centros do mundo", afirma Marcos. "No caso das metástases, a aplicação seria um paliativo, mais indicada para reduzir as dores causadas pelo tumor e aumentar a qualidade de vida do paciente."
Como funciona
O tratamento, no entanto, não serve para qualquer paciente. Um estudo anterior precisa ser feito para saber quem pode passar pelo ultrassom.
"Dois fatores que são levados em conta na escolha das pacientes são o local do tumores e o tamanho deles", explica o médico do Icesp.
A técnica dispensa o uso de anestésicos. "As pacientes ficam conscientes durante toda a operação, recebem apenas sedativos", explica Marcos. Segundo o médico, o procedimento não causa dor intensa. "As pacientes costumam reclamar de dores parecidas com cólicas menstruais, mas isso somente durante o exame."

No caso do uso da terapia contra miomas, as pacientes deitam, de bruços, em uma esteira usada comumente em exames de ressonância magnética. O aparelho de ultrassom fica logo abaixo da cintura.

"A grande vantagem é que as áreas ao redor do tumor não são afetadas, a técnica é muito precisa, só ataca onde é necessário"

O diagnóstico por imagem permite conhecer as áreas onde estão os miomas. Após definir os pontos que serão destruídos pelo calor, os médicos começam a disparar as ondas sonoras em pequenos pontos dos tumores. Cada pulso demora apenas alguns segundos. Vários são necessários para queimar uma área inteira. Toda a operação pode levar até, no máximo, 2 horas.
O ultrassom eleva a temperatura das células cancerígenas até 80º C.
"Esse calor destrói qualquer tipo de célula", diz Marcos. "A grande vantagem é que as áreas ao redor do tumor não são afetadas, a técnica é muito precisa, só ataca o que é necessário."

Novo laboratório

O Icesp também inaugurou o Centro de Investigação Translacional em Oncologia - uma rede com 20 grupos de pesquisa em câncer. O espaço foi aberto em cerimônia que contou com a presença do governador Geraldo Alckmin e de Paulo Hoff, diretor do instituto.
Com uma área de 2 mil metros quadrados, o andar no Icesp vai permitir o avanço em estudos sobre o câncer que reúnam conhecimentos de áreas diversas como a biologia molecular, epidemiologia e a engenharia genética. O custo do investimento foi de R$ 2 milhões.

O objetivo, segundo Roger Chammas, professor de oncologia do Icesp e responsável pelo espaço, é reunir todo o conhecimento que se encontra espalhado nas frentes de pesquisa de órgãos como a USP, o Hospital A.C. Camargo e Instituto do Coração.

Entre os equipamentos disponíveis para receber os grupos de pesquisa estão microscópios a laser, sequenciadores de DNA e centrífugas. Haverá também um banco de amostras de tumores, que serão congelados para conservação.
Essa troca de informações é o que classifica o laboratório como "translacional".
"Essa palavra quer dizer que os conhecimentos de uma área em medicina são traduzidos para outra, com o objetivo de fazer o progesso das pesquisas ser integrado", explica Chammas.

Segundo Giovanni Guido Cerri, secretário estadual de Saúde, a importância do espaço está na busca futura de novos tratamentos contra o câncer. “Este novo laboratório e o serviço de ultrassom de alta frequência colocam São Paulo em uma posição privilegiada na rede nacional de atenção ao câncer”, afirma o secretário.

Comentário: Todos os dias percebemos que são criadas novas técnicas para melhorar nossa condição de vida. A saúde é um dos assuntos mais importantes em todo o mundo. Aqui no brasil já tivemos vários avanços tecnológicos a favor da saúde. Essa é uma delas e uma das mais importantes, pois muitas pessoas sofrem com tumores. Há dores que podem ser sentidas nas pacientes, como se fossem cólicas menstruais mas nada é mais grave do que tumor, neste caso. A maior vantagem é que só ataca onde é necessário e não áreas ao redor.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Retirado de: http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/895815-eua-identificam-gene-relacionado-a-tentativa-de-suicidio.shtml
Data: 30/03/11

EUA identificam gene relacionado à tentativa de suicídio

Esta pequena região contém quatro genes, incluindo o gene ACP1 que os pesquisadores encontraram em níveis superiores aos normais no cérebro de pessoas que tentaram se suicidar.

Os pesquisadores dizem que os resultados poderiam levar à prevenção do suicídio, proporcionando novas direções para a pesquisa e o desenvolvimento de medicamentos.

"Durante muito tempo, achamos que os genes tinham um papel importante na decisão de tentar cometer suicídio e, de fato, possuem", assegura a doutora Virgínia Willour, diretora do estudo e professora de psiquiatria e ciências da Escola de Medicina da universidade.

Virgínia e seus colegas estudaram amostras de DNA de quase 2.700 adultos com transtorno bipolar, 1.201 deles com antecedentes de tentativas de suicídio e 1.497 sem este histórico.

Na pesquisa, descobriram que os pacientes que tinham copiada uma vez em seu DNA uma variação genética na região do cromossomo 2, onde se encontra o ACP1, foram 1,4 vez mais propensos ao suicídio.

A influência do número de cópias de alguns genes em doenças neuropsiquiátricas é conhecida, mas o risco aumentou até três vezes entre os que tinham duas cópias desta variação genética.

Segundo dados dos autores, calcula-se que 4,6% da população americana tentou se suicidar alguma vez e o suicídio é a causa de 1,4% de mortes no país. Entre as pessoas com transtorno bipolar, 47% pensam em se matar e 25% realmente tentam o suicídio.

"O que é promissor são as implicações deste trabalho para aprender mais sobre a biologia do suicídio e os remédios utilizados para tratar os pacientes que poderiam estar em risco", assinalou Virgínia.

Os próximos passos serão tentar determinar os mecanismos biológicos exatos pelos quais estes fatores de risco genéticos aumentam o risco de comportamento suicida.

"Nem todas as pessoas com transtorno bipolar podem tomar lítio - um sal natural que normaliza a atividade das células nervosas e costuma ser administrado como estabilizador do estado de ânimo - devido a seus efeitos secundários. Se pudéssemos dar outra opção, isso seria fantástico", assinalou a doutora.

Comentário: A ciência evoluiu muito ao longo dos anos. Ela nos trás várias notícias no dia-a-dia e muitas são importantes para a humanidade. Pessoas que se suicidaram poderiam ter sido salvas com essa descoberta e milheres já tentaram ou pensaram nisso alguma vez. Os estudos realizados todos os dias não podem parar para que todos continuamos nos prevenindo e tendo a chance de nos prevenir, pois sem as descobertas milhares de pessoas poderiam ter sofrido e até morrido ao longo dos anos.
Retirado de: http://biologias.com/noticias/893/Estudo-alerta-para-risco-de-extincao-de-75-dos-corais
Data: 21/03/11

Estudo alerta para risco de extinção de 75% dos corais

Brasília - A combinação entre pesca insustentável, poluição e mudanças climáticas pode levar à extinção 75% dos corais do planeta. O alerta é de um novo estudo, que aponta o risco de destruição de mais de 90% dos recifes até 2030 se nada for feito para conservar essas áreas.
Segundo o relatório Reefs at Risk Revisited, elaborado por instituições ambientalistas internacionais e pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), as áreas mais vulneráveis estão no Sudeste da Ásia, em países como a Indonésia, as Filipinas e a Tanzânia. O Haiti e Granada, no Caribe, também estão entre os dez países com maiores riscos de extinção de corais.
“Com a combinação de ameaças locais, aquecimento e acidificação, os recifes estão cada vez mais suscetíveis a danos causados por tempestades, infestações e doenças. A degradação se reflete na redução de corais vivos e da diversidade de espécies, o aumento de algas e menor abundância de peixes”, lista o documento.
O Brasil também aparece entre as regiões ameaçadas, principalmente a costa dos corais, que abrange o litoral de Alagoas e Pernambuco, e a região de Abrolhos, na Bahia. “Abrolhos tem alguns dos maiores e mais ricos recifes de corais do Atlântico Sul, mas nos últimos 20 anos, o litoral da região tem experimentado aumento do turismo, a urbanização e a agricultura em grande escala, levando a descarga de resíduos sem tratamento e contaminação de recifes da região”.
O diretor do Programa Marinho da Conservação Internacional, Guilherme Dutra, disse que os recifes nacionais mais suscetíveis são os que ficam próximos da costa ou de grandes centros urbanos. No caso brasileiro, uma das principais ameaças aos ecossistemas marinhos está em terra firme: o desmatamento. “Com a derrubada de árvores nas encostas dos rios, os sedimentos chegam ao mar, escurecem e mudam as condições da água e os corais acabam danificados”, explicou.
A pesca predatória também compromete o futuro dos recifes da costa brasileira, segundo Dutra. Em algumas áreas, espécies de peixes que funcionam como reguladoras do ecossistema são retiradas e há uma reação negativa em toda a cadeia. “O budião azul, por exemplo, é um bicho que em um recife não ameaçado representa 30% da biomassa normal, está sumindo do Nordeste. Ele funciona com um controlador, come as algas e impede que elas cresçam e dificultem o desenvolvimento dos corais”.
De acordo com o relatório, 25% dos corais do planeta estão localizados em algum tipo de área de preservação, mas a proteção efetiva só chega a menos de 6% do total. No Brasil, segundo Dutra, apenas 1,4% da zona econômica exclusiva [espaço marítimo sob jurisdição do país] está em unidades de conservação. “Temos que mudar a escala da conservação marinha. É mais do que consenso de que áreas protegidas não são suficientes”, disse o biólogo.
O estudo sugere medidas urgentes para frear a destruição dos corais, como maior controle sobre a pesca, redução do despejo de sedimentos no mar, ações de mitigação de mudanças climáticas e planejamento do desenvolvimento das regiões costeiras. Também lista ações individuais para evitar danos aos recifes durante atividades turísticas.

Comentário: É incrível ver como a população não se preocupa com o meio ambiente. A mídia nos dá tanta informação de como devemos nos comportar e mesmo assim a maioria continua com atos que atingem a natureza e que muitas vezes são inversíveis. Há anos estamos sendo informados através de vários meios de comunicação. As pessoas mais conscientes são os de menor idade, pois os mais velhos ainda tem os costumes antigos em que não eram informados, portanto não precisavam economizar, cuidar, etc. Precisamos dar um basta e tem que ser agora.
Retirado de: http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/890064-estudo-diz-como-espermatozoide-vai-atras-de-ovulo.shtml
Data: 17/03/11

Estudo diz como espermatozoide vai atrás de óvulo

Como os espermatozoides correm em direção aos óvulos? Esse mistério da biologia parece finalmente ter sido solucionado. Duas pesquisas divulgadas na versão on-line da revista "Nature" afirmam ter encontrado o que causa essa atração.

A descoberta, dizem os cientistas, poderia ajudar a solucionar alguns casos de infertilidade masculina, além de ser um passo importante para a criação de um anticoncepcional hormonal para homens.

A atração aconteceria devido a um canal de íons --uma espécie de poro das células-- único dos espermatozoides, o chamado CatSper.

SXC

Canal de íons, uma espécie de poro das células, nos espermatozoides "sentiria" a presença de progesterona
Esse canal "sentiria" a presença do hormônio feminino progesterona, que é liberado por células granulosas em volta do óvulo antes da fecundação, e provocaria a entrada de átomos de cálcio nos espermatozoides.

O aumento do nível de cálcio faria os espermatozoides mexerem seus flagelos (popularmente conhecidos como caudas) mais rápido.

Além de permitir o deslocamento, esse movimento é essencial para que o espermatozoide rompa a barreira gelatinosa de proteína que envolve o óvulo.

Estudos anteriores já haviam mostrado um elo entre a deficiência de CatSper e a infertilidade masculina, mas a descoberta atual é o resultado mais significativo.

A forma exata como o fenômeno acontece, especialmente a maneira como o hormônio feminino "ativa" o espermatozoide, no entanto, não foi desvendada pelas novas pesquisas.

Como o tempo de resposta entre a liberação da progesterona e a "ativação" do cálcio foi extremamente pequeno (menos de um segundo), entre outras razões, o grupo liderado por Benjamin Kaupp, do Centro Europeu de Estudos Avançados, na Alemanha, concluiu que a ação do hormônio feminino acontece de uma forma diferenciada nos espermatozoides.

Assim como outros hormônios esteroides, a progesterona costuma agir via um receptor (uma fechadura química da célula). Nesse caso, porém, os testes indicam que há um mecanismo específico ainda desconhecido.

Comentário: "A corrida que todos nós ganhamos". Todos nós temos muitas dúvidas sobre esse assunto. Muitas pessoas não sabem nem como um novo ser humano é gerado. Nessa notícia, podemos comparar com o assunto que estamos estudando no momento e esclarece como os espermatozóides chegam ao óvulo. É uma importante descoberta, pois poderá ajudar em casos de infertilidade masculina e até em criar um anticoncepcional hormonal para os homens, o que já estão tentando fazer há algum tempo.

domingo, 13 de março de 2011

Retirado de: http://dftv.globo.com/Jornalismo/DFTV/0,,MUL1652651-10041,00.html
Data: 10/03/2011

Exames de hepatite B e C voltarão a ser feitos na rede pública
Governo afirma que tem o reagente necessário para a testagem e que o atendimento será regularizado. O produto necessário para o exame de sífilis também já foi comprado.

Há meses, o Bom Dia DF mostrou a dificuldade de quem precisa fazer exames de hepatite e sífilis. Faltavam reagentes na rede pública desde o ano passado.

O secretário de Saúde, Rafael Barbosa, esteve no estúdio no dia 23 de fevereiro e prometeu que os exames voltariam a ser feitos a partir de hoje. “A partir do dia 10 de março, essa rotina estará de volta à rede pública. Estamos também autorizando oito hospitais da rede para que esses exames sejam realizados em nossa rede de saúde. Hoje, só o Lacen realiza esses testes”, falou na época.

A secretaria de Saúde já recebeu os reagentes para realizar os exames de hepatite B e C. O gerente de Biologia Médica do Laboratório Central, Mário Cesar Althoff, garante que, a partir desta quinta-feira (10), o Lacen comunicará todas as unidades sobre a autorização da coleta das amostras. “Assim, estaremos regularizando a demanda que está em atraso há seis meses”, fala.

Segundo o gerente, a quantidade de reagente adquirida pelo GDF cobrirá cerca de quatro ou cinco meses. “Já providenciamos um novo processo licitatório que dará regularidade para o próximo em relação à hepatite B e C”, indica.

Sobre o processo de descentralização da realização do exame, o representante do governo reafirma que a decisão está tomada. “Nós precisamos resolver algumas variáveis, inclusive de insumos, para que a gente possa fazer essa descentralização para outros hospitais, conforme o secretário de Saúde informou”, finaliza.

Sífilis

O reagente para o exame de sífilis está em falta há dois anos e, de acordo com Mário Cesar Althoff, uma compra emergencial foi realizada. “Esperamos que, dessa forma, a gente consiga atender, o mais rapidamente possível, também esse grave problema de saúde”, fala.

Comentário: A saúde pública é um assunto muito debatido em todo o mundo. Alguns países apresentam capacidade muito alta de conseguir lidar com isso. O Brasil infelizmente sofre com a incapacidade de manter os hospitais e os lugares públicos em boa forma. Muitas pessoas morrem por atraso, por falta de aparelho e por muitos outros motivos. A política burocrática que há em cima desses problemas é muito grande e as pessoas sofrem com isso. Injustiças ocorrem a todo momento em todo país e cada vez mais o povo fica irritado com todos governos eleitos que acabam deixando isso pra trás. Saúde é pra todos e temos que ter consciência disso.
Retirado de: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/03/meteoritos-poderiam-ter-trazido-nitrogenio-para-terra.html
Data: 01/03/2011


Meteoritos podem ter trazido nitrogênio para a Terra
Material extraído de rocha fortalece a tese de que asteroides trouxeram elementos cruciais para a vida no planeta.

Um meteorito encontrado na Antártida fortalece o argumento de que a vida na Terra pode ter sido trazida do espaço, dizem cientistas. Análises químicas do meteorito mostraram que o material é rico em hidrocarbonetos e amônia, um componente químico formado por nitrogênio e hidrogênio, encontrado em proteínas e no DNA que forma a base da vida como a conhecemos.
Os pesquisadores acreditam que esses elementos chegaram através de meteoritos que caíram sobre a Terra no passado, povoando o planeta com os ingredientes que faltavam para a criação da vida.
As conclusões se baseiam em uma análise de pouco menos de 4 gramas de pó extraído do meteorito Grave Nunataks 95229, batizado em referência ao local onde foi descoberto na Antártida em 1995.
Detalhes do estudo conduzido por uma equipe das universidades do Estado do Arizona e da Califórnia, em Santa Cruz, foram publicados na revista científica "Proceedings of the National Academy of Sciences".
"O estudo mostra que há asteróides no espaço que, ao se fragmentar em meteoritos, podem ter caído sobre a Terra com uma mistura de componentes com propriedades atrativas, incluindo uma grande quantidade de amônia", disse a coordenadora da pesquisa, Sandra Pizzarello, da Universidade do Arizona.
Segundo ela, meteoritos podem ter fornecido à Terra uma quantidade suficiente de nitrogênio para fazer emergir a vida em seu estado primitivo.
Criação da vida
Estudos realizados com o meteorito Murchison, que atingiu a Austrália em 1969, mostraram que aquela rocha também é rica em componentes orgânicos. Mas Pizzarello diz que o meteorito Murchison é "complexo demais" e contém moléculas de hidrocarbonetos mais propensas a serem encontradas em um período mais tardio da história da vida.
A teoria de que as "sementes" da vida na Terra foram trazidas por cometas ou asteroides resulta, em parte, da tese de que nosso planeta, em seu período formativo, não contivesse o estoque necessário de moléculas simples para ativar os processos que deram início à vida primitiva.
Tais processos poderiam ter ocorrido no chamado "cinturão de asteroides" entre Marte e Júpiter, longe do calor e da pressão de planetas em formação. Colisões entre os asteróides dentro deste cinturão teriam produzido os meteoros que viajaram pelo sistema solar e, ocasionalmente, terminaram carregando seu material para a Terra.
Elementos
A especialista em meteoros Caroline Smith, do Museu de História Natural de Londres, concorda que um importante elemento no novo estudo é a detecção de nitrogênio. Mas ela questiona se a quantidade encontrada no meteorito da Antártida se repete em outras ocasiões.
"Um dos problemas em relação à biologia primitiva na Terra tem a ver com a necessidade de nitrogênio em abundância para deslanchar todos esses processos pré-biológicos", ela explica. "O nitrogênio está presente na amônia. Mas há uma série de evidências que apontam que a amônia não existia em abundância no início da Terra. Então de onde veio?"
O fator específico que levou ao nascimento da vida na Terra permanece um mistério. Uma das hipóteses aventadas pela professora Pizzarello é que materiais provenientes de meteoritos tenham interagido com ambientes como vulcões e piscinas formadas pelas marés oceânicas.
Mas ela ressalvou que todas as hipóteses ainda estão no campo da especulação. "Encontramos esses materiais extraterrestres em meteoritos que contêm o que precisamos (para chegar a uma explicação) mas, quando chegamos em questões como 'como e 'por que', ninguém sabe", afirma. "O único que podemos dizer é que sim, parece que ambientes extraterrestres podem ter trazido o material."

Comentário: Existem várias teses que definem o surgimento da vida na terra. Muitas que fazem um sentido muito grande, como essa do meteorito. A tecnologia evoluiu ao longo dos anos e com ela podemos descobrir acontecimentos de muitos anos atrás. Ficamos encantados aos saber de nosso passado, principalmente de onde surgiu a vida e como surgiu. Os cientistas não cansam de estudar e a população mundial cada vez fica mais interessada nessas descobertas e com mais vontade de poder estar "ligada" em tudo.